Prazo para justificativas no Aluízio Campos termina hoje; saiba o que acontece

O prazo de justificativa para não ocupação dos 4100 imóveis do Conjunto Habitacional Aluízio Campos se encerra nesta sexta-feira (17). A justificativa pode ser feita no próprio conjunto, em uma estrutura de atendimento que foi organizada pela Secretaria de Planejamento na sede da construtora que realizou a obra. Incialmente, a data limite era quarta-feira (15), porém a secretaria resolveu estender o prazo. O conjunto foi entregue no dia 11 de novembro de 2019 em solenidade que contou com a presença do presidente da república, Jair Bolsonaro.

Em entrevista à Campina FM, o secretário de planejamento de Campina Grande, Tovar Correia Lima, explicou que quem não se mudou porque não assinou o contrato é tratado como caso específico. “Quem ainda não se mudou porque ainda não assinou o contrato trata-se de um caso específico porque os contratos ainda estão chegando do Banco do Brasil, porque é uma documentação que não está batendo com a documentação original, teve mudança de nome ou algo do tipo. Nós estamos resolvendo”, disse,

Tovar explicou que quem não apresentar à justificativa será tratado como alguém que abandonou o imóvel. “Ela precisa prestar um esclarecimento a Secretaria de Planejamento. Do contrário ela terá uma espécie de abandono do imóvel, ou seja, a gente precisa informar ao Banco do Brasil e ao Ministério Público Federal que aquela pessoa, no prazo que foi definido desde a entrega em novembro, não ocupou a casa. A não ser que essa justificativa seja plausível como no caso de uma pessoa por exemplo que esteja internada. Ela está no hospital e não pode se mudar. Essa pessoa terá um prazo mais elástico”, explicou.

Tovar ainda detalhou o que a pessoa que de repente desistiu do imóvel precisa fazer. ”Se alguma pessoa está usando de má fé porque não quer a casa, ela precisa nos entregar uma carta de desistência para que a gente continue com o programa e chame outras pessoas que estão na lista de espera”, pontuou.   Esta semana seis casas foram invadidas e as pessoas foram despejadas pela Polícia Militar.

Paulo Pessoa Autor

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