CG vai descentralizar testes rápidos e medicamentos para “desafogar” UPA

A partir desta terça-feira (9) Campina Grande vai descentralizar e ampliar a testagem de pacientes com suspeita de covid-19. A ideia é desafogar o atendimento na UPA do Alto Branco e levar o serviço com mais eficácia para perto da população, conforme revelou o secretário de saúde de Campina Grande, Felipe Reul, ao Blog do PP. Além de mais atendimentos também haverá a distribuição de medicamentos para as Unidades Básicas de Saúde. A ideia é ampliar os exames inicialmente para 10 unidades até a próxima sexta-feira.
A testagem já estará sendo realizada a partir desta terça na UBS do Conjunto Habitacional Aluízio Campos, no Centro de Saúde de São José da Mata e na UBS de Bodocongó.
Junto com a ampliação para as outras unidades, a Secretaria de Saúde vai implantar também a distribuição dos medicamentos indicados para o início do tratamento, como azitromicina, prednisona e a hidroxicloroquina. “É claro que essa dispensação do medicamento vai depender da avaliação do médico clínico das unidades”, disse o prefeito Romero Rodrigues em live na manhã desta segunda-feira (8).
A entrega dos medicamentos já está sendo realizada na Unidade de Pronto Atendimento Dr. Maia, do Alto Branco. A ideia é descentralizar a testagem e a distribuição dos remédios para desafogar a UPA e atingir o máximo de pessoas nas áreas mais afastadas.
“Essa medida vai nos permitir diagnosticar, mais rapidamente e facilmente, as pessoas com a covid-19 e já iniciar o tratamento de forma precoce para obter o maior êxito possível. Além disso, a medida também vai favorecer que as pessoas das áreas mais distantes possam fazer o exame e receber a medicação, já que a UPA fica mais distante, e isso também ajuda a diminuir o risco da contaminação já que reduz a circulação desses pacientes que precisavam se deslocar para buscar a UPA”, disse o secretário de Saúde, Filipe Reul.
De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, Campina Grande já registrou 2.473 casos e 56 mortes. Desse total, 1.880 pacientes venceram a doença.

Paulo Pessoa Autor

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